
Visão noturna e câmera infravermelho

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Diretrizes para Uso da Força Policial
No Diário oficial da União Nº 1, desta segunda-feira, 3 de janeiro de 2011, há a publicação da PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 4.226, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2010, a qual Estabelece Diretrizes sobre o Uso da Força pelos Agentes de Segurança Pública, direcionando seu teor ao Departamento de Polícia Federal, pelo Departamento de Polícia Rodoviária Federal, pelo Departamento Penitenciário Nacional e pela Força Nacional de Segurança Pública. Em meio a artigos relevantes e algumas obviedades, certas passagens são dignas de realce, como:
Veículos Blindados

SPREY DE PIMENTTA: VOCÊ SABE O QUE É ISSO? E SE NÃO SABE, PARA QUE PRECISARIA SABER?
1. Comecemos dizendo o seguinte: CASO ISSO OCORRA VOCÊ PODE MORRER COM SUA ARMA NA MÃO!
SAIBA RESISTIR
3. Existem até vídeos de internet que mostram, não o efeito, mas o treinamento que deve ser dado quando da necessidade de capacitar quem for utilizar o gás a ter a chance de manter minimamente sua condição de segurança caso esse infortúnio ocorra.
4. Algumas polícias brasileiras não fazem esse treinamento ou sequer o conhecem. Você conhece alguma Corporação que não o faz ? Você conhece esse tipo específico de treinamento?
Coturnos e Calçados Militares
“- O que é mais importante em um combatente?
- As extremidades! A extremidade inferior, os pés!”
Imaginem se ainda hoje utilizássemos as caneleiras dos centuriões romanos, todas em metal, que compunham as armaduras daqueles combatentes. Por um lado, elas possuíam a resistência aos impactos externos, mas certamente eram pesadas e incômodas, exigindo significativo vigor físico de quem as utilizasse.
Leia: “Como engraxar sapatos de couro…”
Leia: “A importância de utilizar meias…”
Atualmente, o mercado de acessórios militares já oferece modelos bem adequados a essas necessidades. Os materiais em que são fabricados são diversos, possibilitando uma boa variedade de escolha na hora da compra. Couros, fibras, borrachas e tecidos são algumas das matérias primas mescladas na fabricação dos calçados militares.
Caso a sua corporação policial permita, e você não se agrade muito com o modelo institucional, vale a pena investir num calçado confortável, que se adeque às necessidades do seu serviço. Além de ser um objeto de ostensividade, devendo estar em harmonia com o uniforme, o coturno é responsável pelo bem-estar do policial no serviço. É um preço pago para fazer bem a si próprio.
Use a caixa de comentários para deixar sugestões de coturnos e calçados militares.
*Extraído do livro “O dia em que Getúlio matou Allende e outras novelas do poder“.
Busca pessoal em mulher
Sou mulher e em minha cidade não tem polícia feminina. Gostaria de saber se tenho o direito de não deixar que os policiais (homens) me revistem sem ter os mesmos, uma justificativa, suspeita plausível ao meu respeito. Eu devo deixar eles me revistarem? Tem algum código, artigo que deixa explícito esse meu direito?A seguir, o que o Código de Processo Penal – que regula os procedimentos pertinentes à busca pessoal – diz sobre a busca em mulheres:
Art. 249. A busca em mulher será feita por outra mulher, se não importar retardamento ou prejuízo da diligência.
Isso significa que um policial masculino pode, sim, realizar busca pessoal numa mulher (havendo fundada suspeita), caso não haja alternativa. Apesar dessa possibilidade, o procedimento geralmente é evitado ao máximo, pois sempre há a possibilidade de interpretações negativas quanto à atuação do policial masculino em contato com o corpo feminino numa busca.
Muitos criminosos até já perceberam que os policiais deixam de ser criteriosos quando mulheres estão presentes numa ocorrência, fazendo com que companheiras suas portem armas, drogas e outros materiais ilícitos. Com o efetivo diminuto de policiais femininas atuando na operacionalidade, fazer buscas em mulheres se torna uma situação controversa.
Felizmente, no Brasil, a maioria das mulheres usam roupas justas ao corpo, que possibilita ao policial apenas pelo olhar perceber que não carregam consigo nenhum objeto ilícito. Geralmente, revistar as bolsas e outros pertences é o suficiente.
No final, tudo vai depender da postura do policial, que deve sempre ser respeitoso e técnico em sua ação. Mesmo o Código de Processo Penal não proibindo a busca por homem em uma mulher, no caso de não haver alternativa, lembremos que a lei 4.898/65 considera abuso de autoridade “submeter pessoa sob sua guarda ou custódia a vexame ou a constrangimento não autorizado em lei”, bem como “o ato lesivo da honra ou do patrimônio de pessoa natural ou jurídica, quando praticado com abuso ou desvio de poder ou sem competência legal”. Bom senso é tudo!
Câmeras em capacete policial
As Miras – Laser, Telescópica…
Apesar dessa verdade sobre a necessidade de treinamento, desde quando começou a fabricar armas, o homem procurou encontrar mecanismos eficientes para tornar o tiro mais preciso. A esses mecanismos damos o nome de “mira”, que se utilizam de equipamentos como satélites, através dos quais mísseis supermodernos são teleguiados, até simples saliências nos canos das armas, facilitando o direcionamento do projétil ao alvo desejado.
A saliência a que nos referimos acima é comum em praticamente todas as armas de fogo fabricadas na atualidade. Na verdade, são duas saliências: a alça de mira e a massa de mira, localizadas na parte anterior e posterior da arma de fogo, respectivamente. Basicamente, a alça é uma saliência na parte de trás da arma, com um vazio que será preenchido corretamente na visão do atirador se ele alinhar a alça com a massa de mira, saliência localizada na extremidade do cano da arma. Quando a alça estiver preenchida com a massa de mira na visualização do atirador, o disparo deve ser realizado, pois a precisão certamente ocorrerá. A desvantagem é que, com esse mecanismo, um tiro perfeito tem que ser feito com um dos olhos fechados.
Mira Telescópica
Outro tipo de mira, geralmente utilizado em armas longas, é a mira telescópica. Ela é nada mais que uma lente de aumento, com uma compensação, onde o atirador pode visualizar seu alvo e centralizá-lo no campo de visão da lente (geralmente marcado por linhas perpendiculares). Após centralizar o alvo, basta realizar o disparo. Lentes telescópicas são muito utilizadas por atiradores de elite, que realizam disparos com armas longas a muitos metros de distância.
Mira a Laser
As miras a laser, diferentemente da mira convencional “alça e massa” e da mira telescópica, não se utilizam apenas da visão do atirador, através de um mecanismo de compensação, para determinar o alvo a ser atingido. As miras a laser, geralmente embutidas em armas curtas ou longas, têm a funcionalidade de projetar um feixe de luz sobre o alvo, fazendo com que o atirador visualize um ponto luminoso no local a ser atingido. O grande problema das miras a laser é que dificilmente servirão para locais iluminados, e, em ambientes escuros, fazem com que o policial seja percebido assim que ela é acionada. Sua vantagem é a possibilidade de realizar um disparo preciso com ambos os olhos abertos.
É importante frisar que o tiro policial, via de regra, ocorre instintivamente, não havendo tempo hábil para que se utilize os recursos das miras – aí, mais uma vez, entra a necessidade de treinamento. Porém, trata-se de um mecanismo que, a depender da necessidade de emprego, poderá ser determinante para abater um oponente, salvando, assim, a vida dos policiais e demais pessoas envolvidas numa ocorrência. Se você puder usar as miras, não dispense esse recurso, sempre lembrando da possibilidade e necessidade do tiro instintivo, a curta distância, qualquer momento.
O Coldre
Antes de tudo, é preciso observar o que queremos num coldre. Quais são as características indispensáveis que ele deve possuir? Basicamente, podemos elencar os três aspectos abaixo:
Um bom coldre deve dar boas condições para o atirador sacar a arma de maneira rápida e precisa. Se o usuário da arma de fogo precisar usar mais que uma mão para fazê-lo, provavelmente o coldre em questão não favorecerá sua atuação no combate armado, onde frações de segundo são definitivos.
Proteção do Armamento
O coldre deve proteger o armamento, em dois sentidos: proteger das intempéries, já que a atividade policial por vezes obriga o profissional a se expor ao sol, chuva, lama, areia etc. E deve também proteger a arma de quem tente desapossar o policial dela. Assim, o bom coldre é aquele que dá facilidades de saque ao policial e dificuldades aos que tentem tomar o armamento – inclusive protegendo-o de quedas.
Conforto ao atirador
O coldre deve deixar o atirador se sentir como se não estivesse portando arma – salvo, é claro, a postura psicológica exigível daqueles que estão na posse de qualquer armamento. Quanto menos o peso e o volume da arma for transferido para o corpo do atirador, melhor.
Convencionais, Táticos e Ocultos
Os modelos de coldre, e os critérios para escolhê-lo, variam conforme o objetivo a ser alcançado pelo usuário. A maioria dos policiais compram coldres para utilizar ostensivamente, no dia-a-dia da atividade policial. Para este fim, coldres de nylon e couro são os mais comuns. Observe-se que cada força policial brasileira tem peculiaridades em relação à aquisição deste equipamento, indo daquelas que não permitem ao policial o uso de coldres particulares, diferentes dos fornecidos pela corporação, até as que permitem o uso de qualquer tipo de coldre, conforme as opções pessoais dos policiais.
Os coldres táticos, geralmente feitos de polímero, são melhores acabados e projetados. Possuem travas mais confiáveis e dinâmicas, além de acondicionarem o armamento levando em conta todas as suas saliências – por isso coldres táticos são fabricados para armas específicas. São equipamentos mais caros, mas feitos para aqueles que não querem correr o risco de errar um saque, algo fatal para uma atuação tática, principalmente de uma força especial.
Por fim, existem aqueles coldres fabricados para ocultar a arma no corpo do atirador. Modelos para tornozelos, tórax e axilas são mais comuns, e devem ser o mais discretos possíveis, já que pretendem servir a policiais à paisana, ou mesmo como “back-up” numa ação policial.
Não podemos esquecer que o uso de determinado tipo de coldre deve ser uma escolha pessoal, sendo completamente anti-técnico que uma força policial obrigue seus homens a utilizar determinado tipo de equipamento. A compleição física, a força, tamanho da mão e dos braços são alguns dos aspectos a se considerar no momento de escolher um coldre. Obviamente, a uniformização, no caso das polícias militares, deve ser respeitada, mas consideremos que quase nada no serviço policial é ordem unida. A vida de cada PM, neste caso, é o valor a se considerar.
Sugiro aos leitores que testem seus coldres – de cintura, de perna ou qualquer outro – antes de defini-los como ideal para o serviço. Simule os obstáculos e situações que poderá enfrentar, e lembre que quanto mais você usar e treinar com seu coldre, e se acostumar com ele, mais ele passará a “fazer parte” do seu corpo. É por uma questão de vida ou morte.
O Colete Balístico
É aí que entra o principal equipamento de proteção quando nos referimos a embates com uso de arma de fogo: o colete a prova de balas, ou colete balístico. Quem gosta de filmes épicos certamente já viu as armaduras dos cavaleiros medievais, que tinham àquela época a mesma intenção que os atuais coletes: defender os guerreiros dos ataques armados dos inimigos. A diferença é que na Idade Média a espada e as lanças eram os instrumentos de ataque, enquanto hoje nos referimos a revólveres, pistolas, fuzis etc.
Sofisticação nas armas, sofisticação nas armaduras. Os coletes atuais se baseiam em princípios físicos interessantes, e são feitos de materiais bem mais inusitados e diferentes do que o simples metal de outrora. É preciso dizer que existem muitos materiais utilizados na fabricação de coletes, que vão da cerâmica (não aquela dos azulejos e pisos, naturalmente) e alumínio até fibras como o Kevlar. Como é impossível estudar todos os materiais utilizados na fabricação dos inúmeros tipos de coletes existentes, vamos nos ater a dois princípios que considero básicos na função que o colete a prova de balas exerce ao entrar em contato com o projétil, aos quais vou denominar “Princípio da Bola de Futebol” e “Princípio do Carro de Fórmula 1″:
Por que usar fibras num colete a prova de balas? Imagine uma bola de futebol indo em direção à rede da trave. A rede, aqui, representa nossa fibra, a bola, o projétil que foi disparado. Assim que a bola (projétil) entra em contato com a rede, a energia contida no movimento da bola é transferida para a rede. Percebam que isso não é feito de maneira muito localizada, já que quase todas as linhas da rede recebem parte da energia (por isso se movimentam).
A fibra de um colete exerce essa mesma função: absorve a energia contida no projétil e dispersa para toda a sua área. Caso isso não ocorresse, o impacto localizado se efetivaria, e a lesão no indivíduo seria inevitável (mesmo sem perfuração). É esse poder de dispersão que faz um colete eficiente. Apesar de haver substancial diferença na densidade das fibras de um colete em comparação com uma rede de futebol, o princípio utilizado é o mesmo.
Princípio do Carro de Fórmula 1
A aerodinâmica de um carro de Fórmula 1 é algo fenomenal. Cada estrutura do automóvel é milimetricamente projetada para seu objetivo: atingir centenas de quilômetros por hora de velocidade. O que ocorreria se substituíssemos a chaparia de um carro de Fórmula 1 pela chaparia de um fusca, mesmo mantendo seu motor? Certamente, a velocidade alcançada seria bem menor, mesmo que ignorássemos o peso das duas chaparias. Se os projéteis das armas de fogo fossem dispostos nos cartuchos de maneira inversa ao convencional (com a parte “fina” para dentro do estojo), certamente obteríamos um efeito análogo no que se refere ao seu poder de perfuração.
Os coletes a prova de balas fazem justamente isso: deformam os projéteis para que eles se tornem “fuscas”, mesmo que seus motores (armas de fogo) sejam os melhores possíveis. Quanto mais deformado estiver o projétil, menos perfurante ele ficará, e mais fácil sua energia se dissipará na estrutura do colete.
Unindo o Princípio da Bola de Futebol com o Princípio do Carro de Fórmula 1, fica fácil entender basicamente como funcionam os coletes a prova de bala. Porém, nem tudo é tão fácil assim… Cada colete tem uma capacidade máxima de resistência à ação dos projéteis. A depender do material que o compõe e de como estão dispostos, os coletes resistirão mais ou menos às diversas munições e armas utilizadas. Para deixar isso claro, existe uma classificação do Ministério da Defesa, onde são regulamentados os coletes de acordo com a energia (em joules) que suporta:
É importante frisar que apenas militares, policiais e empresas de segurança particular podem ter autorização para adquirir coletes balísticos no Brasil – ou mesmo membros do Ministério Público e do Judiciário que justifiquem seu uso. É um debate interessante a extensão do direito a todos os cidadãos, algo que me oponho momentaneamente, pelo menos enquanto durar o poder bélico e financeiro do Tráfico de Drogas no Brasil, e a direta possibilidade do contrabando mais fácil desse material.
Aos policiais, é injustificável o não uso do colete, em qualquer ocasião do serviço. É um absurdo sem tamanho a existência de unidades policiais que não dotam seus profissionais do equipamento, justificando inclusive a recusa ao serviço por parte desses homens. Não são raras as vezes em que o colete balístico se mostrou mais importante que a própria arma de fogo. Que os policiais e os governantes nunca se esqueçam disso.
Balaclava – uso policial e militar
A balaclava tem origem militar, mas não surgiu para preservar fisionomias:
“O nome ‘balaclava’ tem origem na localidade de Balaclava na Criméia (Ucrânia). Durante a Guerra da Criméia, balaclavas tricotadas foram enviadas a tropas britânicas para protegê-las do frio extremo.”
É prudente que policiais que realizam prisões de grandes figuras do cenário nacional e internacional usem o equipamento, principalmente quando estamos falando de grandes traficantes/criminosos, que possuem aparato suficiente para maquinar uma vingança. Associar a imagem de alguém à prisão de políticos, artistas e outras “celebridades” também não é positivo.
É muito questionado o uso da balaclava em virtude da possibilidade que ela traz, e que é explorada por muitos criminosos: sem ser visto, a possibilidade do cometimento de abusos aumenta, pois a posterior identificação pelas vítimas é dificultada. Por isso, algumas polícias militares, como a Polícia Militar da Bahia, limita o uso de balaclavas a apenas tropas especializadas, no caso da PMBA, a Companhia de Operações Especiais (COE) (“Em situações operacionais que exijam a não identificação do PM”). Apesar do regulamento de uniformes da Corporação fazer essa limitação, algumas unidades utilizam a balaclava, quando há necessidade premente.
Por fim, lembremos que que o Código de Processo Penal obriga que o autor da prisão seja identificado, o que não significa que sua fisionomia precise ser exposta. No decorrer dos procedimentos da prisão, se o nome do policial estiver explicitado, este já estará devidamente identificado. Apesar de ser contra o uso da balaclava em situações ordinárias, reconheço que cada situação deve ser observada individualmente. Com o salário de fome que boa parte das polícias brasileiras recebem, muitos policiais são obrigados a morar no quintal do criminoso, e cumprir a lei na região onde mora exige muito mais cuidado do que em outras situações. Nesses casos, a balaclava é justificável.
Uso Policial da Lanterna
Obviamente, quando falamos em lanterna, falamos em noite, em escuro. Quem atua em serviços policiais noturnos sabe bem o quanto esse equipamento pode ajudar, por exemplo, na realização de buscas.
Pense na busca realizada num carro, por exemplo. É praticamente impossível realizar uma revista tecnicamente correta sem possuir uma fonte de luz móvel, que faça com que o policial identifique cada canto do veículo – porta-luvas, porta-malas, caixas de som, parte inferior dos bancos etc. Cada um desses cantos pode esconder objetos ilícitos, inclusive armas que, no decorrer da ação, podem ser usadas contra a vida da guarnição que está atuando.
Não é incomum que em abordagens e buscas pessoais em bairros desfavorecidos, onde a iluminação geralmente é escassa, seja necessário verificar se os abordados não esconderam drogas e armas nas imediações, locais onde a escuridão prevalece, e o pouco cuidado pode custar a vida de um policial.
Lanterna e Armas de Fogo
Salvo grupos especiais bem equipados, dificilmente os policiais brasileiros usam em seu dia-a-dia armas com lanternas embutidas. Para compensar a falta do equipamento ideal, existem técnicas específicas para a utilização da lanterna com armas curtas, como pistolas e revólveres. Quem já incursionou por becos e vielas escuras, e principalmente por edificações abandonadas ou em construção, sabe bem a utilidade do recurso.
Em alguns casos, a falta da lanterna é motivo suficiente para abortar uma missão, pois, como diz o ditado, “à noite, todos os gatos são pardos”.
Como todo equipamento da atividade policial, também são precisos cuidados na utilização da lanterna, pois além de servir para iluminar, ela pode muito bem servir para que o policial seja identificado à distância pelo oponente. Salvo esse aspecto, creio que os recursos oferecidos por ela são muito positivos.
Em relação aos modelos disponíveis no mercado, sugiro aquelas que, em vez de lâmpadas comuns, possuem LED’s, muito mais duradouros e possuem uma capacidade boa de iluminação. Procure modelos pequenos e leves, que possam ser portados junto com seu equipamento sem lhe causar transtornos. Cores escuras são as mais indicadas, e baterias recarregáveis, além de serem mais econômicas, evitam que o policial eventualmente tenha problemas na reposição. Na imagem logo acima, está o modelo que me refiro (esquerda) e o NÃO indicado, que, creiam, já vi policiais usando.
Naturalmente, este não é um artigo com rigores técnicos, apenas uma sugestão para orientar os policiais a melhorar seu desempenho no serviço operacional. Não se esqueça: leve uma boa lanterna em todos os seus serviços, garanta o sucesso de suas ações e preserve sua própria vida!
Subma















